O Lado Nazista da Família Bush

Maio 30, 2008

Por Humam al-Hamzah
Jornal Oriente Médio Vivo
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O LADO NAZISTA DA FAMÍLIA BUSH

Que a face de “aliado incondicional de Israel” é representada diariamente pelo governo de George W. Bush, isso não é notícia. Mas a ironia por trás do mais recente discurso do presidente estadunidense no Knesset, em que ele reviveu o caso de um senador isolacionista dos EUA, William Borah, a quem se atribui a fantasia de que, se ele tivesse podido falar antes com Adolf Hitler, teria sido possível evitar a invasão nazista da Polônia em 1939, é que a própria família Bush teve um papel vital em dar suporte ao regime nazista.

Em discurso ao Parlamento de Israel em 15 de maio, Bush afirmou: “Há quem acredite que nós deveríamos negociar com terroristas, como se houvesse algum argumento engenhoso capaz de persuadi-los de que estão errados todo este tempo. Nós já ouvimos essas tolices antes. Quando os nazistas invadiram a Polônia em 1939, um senador americano declarou: ‘Deus! Se nós ao menos tivéssemos conversado com Hitler, tudo isto teria sido evitado’”. Claramente, tratava-se de um ataque a Barack Obama. Mas se William Borah, autor da citação usada por Bush, pode ter parecido ser ingênuo, o que dizer então sobre o papel da família Bush em providenciar assistência bancária e industrial para os nazistas construírem suas máquinas de guerra na década de 1930?

Evidências arquivadas pelo governo estadunidense, recentemente abertas para pesquisa pública, mostram claramente que Prescott Bush, avô de George W. Bush, era diretor e investidor de empresas que lucraram e colaboraram diretamente com o fortalecimento do regime nazista alemão. Mais irônico do que isso, essa profunda relação de negócios continuou depois de Hitler ter invadido a Polônia em 1939, e até mesmo depois de a Alemanha ter declarado guerra contra os Estados Unidos, após o bombardeio japonês de Pearl Harbor, em 1941. Essa aliança entre a família Bush e Adolf Hitler só chegou ao fim em 1942, após o governo estadunidense ter declarado o “Ato de Troca com o Inimigo”, que acabou por congelar os negócios entre ambas as partes. Não por interesse próprio, mas forçado pela nova lei, a família Bush deixou de trabalhar com os nazistas.

Obviamente, esses são detalhes que a mídia corporativa ocidental não comentará até alguns anos após a aposentadoria de George W. Bush, quando novos criminosos estiverem no poder e sob proteção nos Estados Unidos. Mas certamente um discurso mais honesto perante o Knesset deveria conter um pedido formal de desculpas ao povo judaico, vindo de um beneficiador direto de negócios que impulsionaram os nazistas na Segunda Guerra Mundial. Quem sabe, uma apologia em nome de uma família que, por sua ganância, contribuiu com a matança de milhares de judeus em troca de benefícios comerciais? É inegável que a riqueza da família Bush, que acelerou o seu fortalecimento político nos Estados Unidos, derivou em grande parte da colaboração com os nazistas, fazendo uso da mão-de-obra escrava de Auschwitz e outros campos de concentração.

George W. Bush aparentemente não viu motivos para lembrar o mundo de mais um capítulo negro de sua história, afinal, são fatos que desapareceram da consciência pública após a Segunda Guerra. Protegido por advogados influentes e amigos políticos, Prescott Bush colocou de lado o escândalo e garantiu uma cadeira no Senado, iniciando a dinastia Bush na política estadunidense. Mas pensando bem: existiria o “Estado de Israel” sem o trabalho dos nazistas? Talvez os Bush sabiam muito bem qual era papel o deles.

FONTE:
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Edição nº104 –
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Humam al-Hamzah
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Hizbollah: “Missão Cumprida”

Maio 29, 2008

Por Humam al-Hamzah
Jornal Oriente Médio Vivo
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HIZBOLLAH: “MISSÃO CUMPRIDA”

Após duas semanas de intensas batalhas nas ruas do Líbano, que deixaram cerca de 100 pessoas mortas, o governo libanês pró-ocidental de Fuad Siniora decidiu ceder aos pedidos da oposição, liderada pelo Hizbollah, partido político xiita e movimento de resistência libanesa. Os 18 meses de protestos que marcaram a recente crise política libanesa chegaram ao fim com um acordo entre ambas as partes, anunciado na quarta-feira (21), depois de seis dias de negociações em Doha, capital do Catar.

O Hizbollah, que lidera a oposição política no Líbano, respondeu positivamente com relação ao acordo. “Temos muita esperança de que o acordo de Doha nos salvará dessa crise. Ninguém no mundo pode curar nossos ferimentos se nós [políticos libaneses] não cooperarmos um com o outro”, disse Hussein Hajj Hasan, um dos representantes do Hizbollah no parlamento libanês. Mas a vitória da oposição não marca o fim da complexa disputa interna por poder no país.

O presidente estadunidense George W. Bush, que lidera com Israel o “seqüestro” da política libanesa em sua disputa pela dominação regional, deixou claro que a situação não se resolverá tão simplesmente. “A comunidade internacional não permitirá que os regimes iraniano e sírio, através de seus contatos internos, controlem o Líbano”, disse ele. É no mínimo irônico que isso tenha saído daquele que mais apoiou a frustrada invasão israelense ao Líbano em 2006, e que conseguiu com a sua fracassada ocupação ao Iraque dar uma influencia imensurável ao Irã naquele país, incentivando uma rivalidade global entre sunitas e xiitas que desestabilizou todo o Oriente Médio.

Mas o acordo de Doha se provou mais um golpe contra os planos estadunidenses e sionistas. O acordo estabelece a aprovação de novas leis eleitorais para 2009, e a formação de um novo governo de unidade nacional com poderes de veto para a oposição, que é liderada pelo Hizbollah. Satisfeitos com o resultado, o Hizbollah comemorou em Beirute com uma ironia à liderança política estadunidense: desfilaram com um cartaz que dizia “Missão Cumprida”, uma alusão ao cômico episodio de 1º de maio de 2003, quando Bush pronunciou um discurso triunfalista, sob um cartaz com mesma inscrição, poucas semanas após invadir o Iraque.

Ao final do dia em que o acordo foi conseguido, simpatizantes da oposição no Líbano iniciaram a retirada de um campo de protesto instalado em Beirute 18 meses antes, no centro da cidade, para forçar a renúncia da maioria governista. “Estive aqui por 542 dias”, disse Ali Hammoud, um simpatizante do Hizbollah. “Estávamos todos esperando por uma ordem de retirada”, concluiu. A ordem esperada foi dada na quarta-feira (21) pelo líder da oposição, Nabih Berri, do Partido Amal. O protesto havia sido iniciado em 1º de dezembro de 2006, quando barracas foram instaladas pelas ruas da cidade até a porta do escritório de Fuad Siniora, bloqueando também ruas e o acesso ao aeroporto da capital libanesa. O desmantelar de um protesto tão grande e organizado simboliza a dimensão do sucesso da oposição com os acordos obtidos em Doha.

É inegável que o Hizbollah e seus aliados da oposição, muçulmanos e cristãos, venceram a disputa política. O partido islâmico, como era esperado, comprovou sua superioridade política e militar durante a crise. Ao mesmo tempo, a prova de força contra a maioria governista nunca passou dos limites e jamais cogitou tomar o poder do país ilegitimamente. Sayyed Hassan Nasrallah, secretário-geral do Hizbollah, declarou desde o início que “é um dever do movimento defender suas armas e a legitimidade da resistência”, confortando o povo libanês de que um golpe de estado, como a mídia ocidental insistia que estava a caminho, nunca aconteceria. “Não queremos uma guerra com ninguém, mas não toleraremos tornar o aeroporto de Beirute uma base para o FBI, a CIA ou o Mossad”, disse Nasrallah.

A “missão cumprida” do Hizbollah marca um primeiro passo de sucesso para reorganizar a política interna do Líbano. O Exército libanês, criticado por não intervir durante os últimos confrontos em Beirute, se mostrou capaz de ignorar as pressões políticas de Estados Unidos e Israel e manter-se independente. O chefe das Forças Armadas, o general Michel Suleiman, cogitado para ser o novo presidente do país, afirmou que “envolver o Exército nos confrontos internos serviria somente aos interesses de Israel” – uma visão sempre apresentada pelo Hizbollah. Enfim, o partido islâmico se manterá armado para se defender dos futuros ataques de Israel. O acordo de Doha estabelece que “a questão da resistência e de suas armas não é tema de discussão” – uma grande vitória para a resistência.

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Jornal Oriente Médio Vivo – Edição 104

Maio 26, 2008

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As manchetes dessa nova edição são:

– Hizbollah: “Missão Cumprida”
– O lado nazista da família Bush
– Resistência Iraquiana – eventos da semana

Além disso, é claro, a continuação da História dos Conflitos (Parte 104), tratando do atento terrorista estadunidense contra o vôo Iran Air 655, em 1988.

As duas versões estão prontas – impressa e online.

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Jornal Oriente Médio Vivo – Edição 103

Maio 20, 2008

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As manchetes dessa nova edição são:

– Al-Nakba: 60 anos de luta
– Estaria próximo o fim de Israel?
– Resistência Iraquiana – eventos da semana

Além disso, é claro, a continuação da História dos Conflitos (Parte 103), tratando do terrorismo por parte de Israel durante a Primeira Intifada na Palestina, em 1987.

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Jornal Oriente Médio Vivo – Edição 102

Maio 12, 2008

Assalamualaikum!

Anunciando a publicação da Edição nº 102 do jornal Oriente Médio Vivo.

As manchetes dessa nova edição são:

– EUA: eleições para Israel?
– Pentágono alistando mais criminosos
– Resistência Iraquiana – eventos da semana

Além disso, é claro, a continuação da História dos Conflitos (Parte 102), tratando da fundação do Hamas, durante a Primeira Intifada na Palestina, em 1987.

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Jornal Oriente Médio Vivo – Edição 101

Maio 5, 2008

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Anunciando a publicação da Edição nº 101 do jornal Oriente Médio Vivo.

As manchetes dessa nova edição são:

– Iraque: perguntas sem respostas
– Os mortos que não são contados
– Resistência Iraquiana – eventos da semana

Além disso, é claro, a continuação da História dos Conflitos (Parte 101), tratando do início da Primeira Intifada na Palestina, em 1987.

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O envolvimento de Israel na invasão do Iraque

Maio 1, 2008

Por Humam al-Hamzah
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O ENVOLVIMENTO DE ISRAEL NA INVASÃO DO IRAQUE

Pelo menos 655 mil civis iraquianos morreram em conseqüência da invasão estadunidense ao Iraque e a violenta ocupação do país que se seguiu desde março de 2003. Mais de 4 mil soldados das forças de ocupação foram mortos, e cerca de 500 bilhões de dólares gastos pelos Estados Unidos. Estes números são fidedignos e incontestáveis. Mas pouco se sabe sobre o envolvimento de Israel na invasão, agindo como importante peça dos planos ocidentais no Oriente Médio.

Abertamente se sabe que os principais mentores da invasão ao Iraque foram Paul Wolfowitz, Richard Perle, Dick Cheney, Donald Rumsfeld, Lewis Libby e George W. Bush. Estes nomes não são novos, mas um novo motivo para a invasão se tornou conhecido recentemente: o sonho de um Iraque democrático que reconheça o Estado de Israel. O fato foi revelado por Richard Armitage, então subsecretário de Estado de George W. Bush. Em recente entrevista ao programa de televisão estadunidense PBS Frontline, Armitage revelou esse motivo ao questionar suas suspeitas quanto a Ahmed Chalabi, o político exilado iraquiano que havia sido escolhido pelos Estados Unidos para governar o Iraque pós-invasão. Armitage confessou: “eu não recolhia recibos de gastos dele, e ele não gostava da cobrança, por isso deixamos de financiá-lo”; e depois: “ele havia convencido a todos, pelo menos até o escritório do vice-presidente (Dick Cheney)”.

Portanto, até o momento descobriu-se que o Departamento de Estado dos Estados Unidos estava financiando o Congresso Nacional do Iraque, o partido político exilado de Chalabi, preparando-o para assumir o poder pós-Saddam Hussein. Mas a grande revelação veio a seguir, quando Armitage foi questionado sobre de que maneira Chalabi havia “convencido a todos”. Nas palavras do subsecretário de Estado: “Quando você fala às pessoas o que elas querem ouvir, que você irá reconhecer Israel, que aceitarão bases estadunidenses no Iraque e que existirá uma nação democrática no Oriente Médio, que pode mudar toda a estrutura da região, a história se torna como um encanto de uma sereia”, disse Armitage. Dessa forma, a promessa era de que o novo Iraque, liderado por Ahmed Chalabi, reconheceria Israel e se tornaria o segundo grande aliado estadunidense no Oriente Médio. Ao fazer o enorme favor de colocar um político exilado no poder, pode-se imaginar que tipo de negócio teria a Casa Branca com a “nova democracia” em relação às reservas de petróleo.

Compreendendo dessa maneira, torna-se mais fácil entender certas declarações de políticos estadunidenses, como o senador Ernest Hollings, que ainda em 2004 afirmou: “nós invadimos o Iraque para dar segurança a Israel”, e que “todos nós sabemos disso”. Ele ainda identificou três peças vitais do governo estadunidense para colocar em prática o plano: os judeus Richard Perle, presidente do conselho de política do Pentágono, e Paul Wolfowitz, vice-secretário da Defesa. Hollings sofreu pressões no senado estadunidense para calar-se, e deixou isso claro ao assegurar que “ninguém quer falar o que acontece, devido às pressões políticas que recebemos”. Obviamente, Hollings se referia aos lobbys sionistas internos, responsáveis por adequar a política estadunidense aos interesses do “lar nacional judaico”.

Os planos sionistas para atacar o Iraque não eram recentes – assim como o papel de Ahmed Chalabi. Em 1996, o Instituto Judaico para Assuntos de Segurança Nacional (conhecido como Jinsa), que declara como seu interesse “garantir uma efetiva política de segurança para os Estados Unidos”, admitia: “O Jinsa tem trabalhado em estreito contato com o líder do Congresso Nacional do Iraque, Dr. Ahmed Chalabi, a fim de promover a remoção de Saddam Hussein”. Antes da invasão ao país, um grupo de sionistas mantinha o seu próprio serviço de inteligência dentro do Pentágono. Conhecido como Escritório de Planos Especiais, era administrado por Douglas Feith, subsecretário da Defesa, oponente a qualquer paz negociada com os palestinos. Foi esse braço do Pentágono que incitou muitos dos boatos sobre as “armas de destruição em massa” do Iraque. Freqüentemente, a fonte original era o Estado de Israel.

Por muitos anos, presidentes estadunidenses de ambos os partidos estiveram firmemente empenhados pela “segurança de Israel”. Essa política representa uma expressão do poder sionista israelense na cultura política dos Estados Unidos. Foi esse fervoroso apoio a Israel – partilhado não só por George W. Bush, mas pelo alto escalão da Casa Banca e por quase todo o Congresso – que se revelou crucial na decisão de invadir o Iraque e submeter um dos maiores inimigos regionais do estado sionista.

FONTE:
Jornal Oriente Médio Vivo –
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Edição nº100 –
http://orientemediovivo.com.br/pdfs/edicao_100.pdf

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